Á Isabel Augusta (Minha metade)
O mundo está meio de mulheres belas
Mas como tu, nenhuma delas
Tem tal encanto e beleza.
Nenhuma tem a formosura
A alma tão alva e pura
Como tu minha princesa.
Para em ti ver um tesouro
Não precisas de vestir ouro
Ou usar jóias vistosas.
Mesmo vestida de chita
Serás sempre tão bonita
Que fazes inveja às rosas.
Porque é uma deusa que me conduz
Tenho a vida cheia de luz
E não há trevas no meu caminho.
Sigo no tempo, de passo certo,
Ainda que esse tempo esteja perto
De um findar que já adivinho.
Os anos passam, não perdoam
E os meus parece que voam,
Depressa chegarão ao fim.
Serei pó, erguido ao vento
E para além do pensamento
Nada mais terás de mim.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
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