Poemas à Isabel Augusta

29 rosas em botão

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29 anos de casado

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Desculpa!!!

Desculpa


Pelas horas que viveste em solidão,
Enquanto eu escrevia distraído,
Peço meu amor o teu perdão,
E desculpa se fui um mau marido.

Acredita que não perdi a admiração,
Que desde sempre me tens merecido,
E que só a morte lhe porá travão,
Quando por ela eu for vencido.

Talvez eu perdesse tempo demais,
Nestes últimos cinco Natais,
Sonhando ou escrevendo poesia.

Mas acredita que não foi por mal,
Que para mim continuas especial,
E que nem pela poesia te trocaria.

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